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Telecomunicações - Um pouco sobre propagação rádio móvel




Com a Descoberta de Hertz que ondas eletromagnéticas poderiam se propagar ao ar livre, e anos mais tarde com as equações  do físico inglês James Clerk Maxwell quem implementou as bases para o desenvolvimento da telecomunicação,  e consolidou o conceito de onda eletromagnética descrevendo através da matemática a interação entre a eletricidade e o magnetismo. Portanto, devido a descoberta do físico Maxwell junto a Hertz,  a telecomunicação é baseada tecnicamente em aplicar modulação, assim, é possível transmitir uma comunicação adicionando-a ondas eletromagnéticas, as quais podem ser propagadas ao ar livre. Entretanto, todo sinal transmitido necessita ser modificado através de  uma onda eletromagnética portadora.

Embora tenhamos o uso da comunicação móvel inserido em nosso cotidiano, muitas vezes, não damos crédito a parte do processo que se encontra por trás desse serviço que utilizamos diariamente. A partir do sucesso comercial e o crescimento do uso de celulares, surgiu o interesse entre os engenheiros em prever características da propagação rádio móvel para sistemas de redes sem fio em áreas urbanas e suburbanas. Portanto, o objetivo seria determinar locais ideais para estação base e estimar cobertura de sinal,  sem que fosse realizada uma série de medições  para mensurar a potência de sinal transmitido, pois é um processo  caro e demorado.

Desde então, com o crescente estudo nessa área vem sendo desenvolvido modelos de propagação, baseado na teoria da propagação eletromagnética ou em medidas experimentais, a qual pretende descrever a influência de fatores que condicionam a propagação nas características do sinal recebido, fornecendo assim caminhos de melhoria para sistemas de comunicação sem fio.


 Portanto, a comunicação sem fio está atrelada,  não de modo conceitual, mas de modo técnico a mesma só existe devido a telecomunicação, que possui por definição a abrangência de todas as comunicações a distância.  Por exemplo: Ao falarmos ao celular existe uma comunicação sem fio,  onde ao mesmo tempo, teremos o conceito da telecomunicação pois poderemos nos comunicar com outras pessoas a qualquer distância. A história da telecomunicação iniciou-se metade do século XIX, com o telégrafo elétrico (que permitia enviar mensagens com letras e números).  Logo após,  apareceu o telefone, que veio acrescentar a possibilidade de comunicar com recurso à voz. Com as ondas de rádio, a comunicação sem fio, propôs uma mudança no hábito da população.

Pois a técnica desenvolvida por Maxwell foi a base para telefonia, sendo assim, hoje contamos com a evolução, e surgimento de novas técnicas para melhoria nessa área que  abrange o rádio, a televisão e a transmissão de dados. Aplicando a modelagem para propagação de sinal obteremos informações as quais ao serem utilizadas, influenciarão em uma maior qualidade nos serviços de telecomunicação,  pois  será possível prever interferências ou enfraquecimento do sinal recebido.

O percurso entre  transmissor e receptor pode variar de uma simples linha de visada a um percurso seriamente obstruído por edifícios, montanhas e vegetações. Os meios o qual ondas eletromagnéticas podem se propagar são diversos mas geralmente  atribuídos a reflexão, difração e espalhamento. A reflexão ocorre quando a onda propagada incide sobre objetos de dimensões bem maiores que o comprimento de onda (e.g. edifícios, paredes). A difração  ocorre quando o caminho entre o transmissor e o receptor é obstruído por uma superfície pontiaguda (a borda de um prédio) e o espalhamento ocorre em meios de comunicação sem fio  quando o sinal propagante se depara com espaços que possuem folhagens, fios, etc..   

A característica de um canal de propagação (o espaço físico ao qual o sinal se propaga) interfere diretamente no sinal recebido, devido aos diferentes meios de propagação e os percursos diferentes realizados pelas ondas eletromagnéticas, a soma desses fatores podem qualificar ou atenuar o sinal.  
Referências  :

Artigo:
A Survey of Various Propagation Models for Mobile Communication. Tapan K. Sarkar,; Michael C. Wicks; Magdalena Salazar-Palma and Abdellatif Medouri







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Criptografia e sua importância na era digital



Olá leitores !

Por vários motivos não resistimos ao contato com o mundo virtual, seja  pelo uso das redes sociais, a necessidade de  realizar diversas transações financeiras on-line, contato com clientes, fazer compras. Você já parou para pensar qual mecanismo assegura o sigilo dos dados que estão expostos na rede?

Então, vamos conversar um pouco sobre como é feito esse processo fazem a segurança nos sistemas virtuais. Na postagem anterior, expliquei o histórico da criptografia onde explico que a partir do primeiro momento que houve a necessidade de ocultar informações, surgiu a criptografia de maneira primitiva.  Portanto, com o passar dos anos métodos de criptográficos baseados em matemática, foram aplicados em algoritmos computacionais de modo que fosse possível ocultar dados os quais trafegam na rede. 

Existem atualmente diversos tipo de algoritmos que asseguram cifrar dados. Os mesmos podem ser de dois tipos: simétricos e assimétricos, onde,  o algoritmo de criptografia simétrica,  o emissor e o receptor da mensagem, devem combinar meios cujo o envio da chave para codificar e decodificar a informação seja transmitida em segurança. A criptografia assimétrica, o emissor e o receptor não precisam combinar meios para o envio da chave, afinal  a  chave pública permite a codificação da mensagem, mas apenas o receptor possuirá a chave para decodificar.

Exemplo de algoritmos de chave simétrico e assimétricas:


DES – O Data Encryption Standard (DES) algoritmo simétrico foi desenvolvido pela IBM, porém possui uma chave com 56 bits, sua segurança foi quebrada em 1977.Assim, surgiu o 3DES que é uma versão aprimorada do algoritmo.


RSA – É um algoritmo assimétrico  suas siglas estão relacionadas ao nome dos seus inventores Ron Rivest, Adi Shamir e Len Adleman. Desenvolvido no ano de 1977, sua segurança se baseia na  dificuldade da fatoração de números grandes. Portanto, quanto maior a quantidade de bits da chave, maior dificuldade da quebrar do sigilo dos dados. Em nossos dias, esse algoritmo é bastante utilizado no Brasil pelo ICP- Brasil, no seu sistema de emissão de certificado digital.


AES- É um algoritmo simétrico Advanced Encryption Standard (AES) tem um tamanho de bloco fixo em 128 bits e uma chave com tamanho de 128, 192 ou 256 bits, ele é rápido tanto em software quanto em hardware, é relativamente fácil de executar e requer pouca memória.


Diffie Hellman – É um dos algoritmos mais antigos, utilizado até hoje. Sua segurança baseia-se em um problema de logaritmo discreto, em 1977 seus desenvolvedores introduziram  nesse algoritmo o conceito de chave pública. Porém ele não permite nem ciframento nem assinatura digital.


Contudo, a segurança em sistemas on-line não esta apenas baseada em algoritmos criptográficos. Porém, a assinatura digital e o certificado digital  utiliza-se de algoritmos criptográfico para autenticar e validar informação. No próximo post continuarei   falando sobre o funcionamento da segurança em sistemas online, assim conheceremos mais sobre certificado digital e assinatura digital.


Referências 



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A arte da Criptografia – Breve História





A criptografia do grego, Kryptós: "escondido, oculto", e Graphein: "escrita", por definição é um conjunto de técnicas que asseguram que uma mensagem legível se torne uma mensagem ilegível, onde apenas o destinatário pode decifrar e compreender. Sendo assim, toda mensagem enviada de maneira clara será modificada tornando-se incompreensível a qualquer interceptor.


A necessidade em cifrar mensagens surge desde os primórdios, a partir do momento que  as pessoas dominam a escrita, e precisam se comunicar com privacidade. Assim, surge técnicas de criptografia manual ,como por exemplo :


50 a.C. - Código de César

Cada letra da mensagem original é substituída pela letra que a seguia em três posições no alfabeto: a letra A substituída por D, a B por E, e assim até a última letra, cifrada com a primeira.
Único da antiguidade usado até hoje, apesar de representar um retrocesso em relação à criptografia existente na época.
Denominação atual para qualquer cifra baseada na substituição cíclica do alfabeto: Código de César.


150 a.C - Código de Políbio

Cada letra é representada pela combinação de dois números, os quais se referem à posição ocupada pela letra. Desta forma, A é substituído por 11, B por 12...,
A mensagem pode ser transmitida com dois grupos de 5 tochas. Por exemplo, a letra E é transformada em 1 e 5  e pode ser transmitida com 1 tocha à direita e 5 à esquerda.


± 240 a.C - Crivo de Erastótenes

Um dos meios mais eficientes de achar todos os números primos pequenos, por exemplo os menores que 10.000.000.
Basta fazer uma lista com todos os inteiros maiores que um e menores ou igual a n e riscar os múltiplos de todos os primos menores ou igual à raiz quadrada de n (n½). Os números que não estiverem riscados são os números primos.
l  Exemplo: Determinar os primos menores ou igual a 20



487 a.C. - Bastão de Licurgo

O remetente escreve a mensagem ao longo do bastão e depois desenrola a tira, a qual então se converte numa sequência de letras sem sentido. O mensageiro usa a tira como cinto, com as letras voltadas para dentro. O destinatário, ao receber o "cinto", enrola-o no seu bastão, cujo diâmetro é igual ao do bastão do remetente. Desta forma, pode ler a mensagem.


Portanto, antes que a criptografia dominasse o mundo virtual e os sistemas online, a sua história teve inicio de acordo a necessidade de manter uma comunicação, entre emissor e receptor com segurança e privacidade. Atualmente, com a crescente quantidade de dados que trafegam  na rede, além das ameaças online, que põe em risco a segurança das informações e a privacidade de usuários. A principal base dos sistemas online é o uso de algoritmos computacionais criptográficos, que se utiliza de chaves criptográficas com grande quantidade de bits para cifrar e decifrar uma mensagem, dificultando assim, o acesso indevido de possíveis hackers.


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Inteligência artificial (IA) uma ameaça ou uma aliada para humanidade?





Constantemente os filmes abordam a respeito desse assunto, usando a Inteligência Artificial (IA) de diversas formas, algumas vezes, como aliada onde a humanidade usufrui dos seus serviços como jogos, processamento de dados em alta velocidade e robôs inteligentes que realizam diversas funções e ainda agem como amigo dos seres humanos, outras vezes, como inimiga onde a Inteligência Artificial (IA) aprende que os seres humanos estarão seguros se permanecerem em suas casas e não manterem contato com o mundo externo.

Recentemente a revista Super Interessante divulgou um artigo sobre a Inteligência Artificial e algo que me marcou foi o seguinte comentário ""Eu me preocupo com ela". "Ela é mais perigosa que arma nucleares". "Ela pode significar o fim da nossa espécie". No caso, as referências da frase são voltadas a Inteligência Artificial . E as frases são ponderações reais, feitas respectivamente por Bill Gates, Elon Musk e Stephen Hawing. Musk, dona da empresa de carros Tesla e e da fabricante de foquete SpaceX, foi além: está financiando 37 projetos de pesquisa destinados a compreender melhor a inteligência artificial." (Fonte. Revista Super Interessante)

O real motivo de preocupação e especulações a respeito da Inteligência Artificial (IA), é o simples fato de que com a aplicação dela, as máquinas poderão aprender sozinhas a realizar determinadas ações como enganar, manipular ou até mesmo, no caso  de ser um robô, aprender uma atividade e executa - lá sozinho. Portanto, vem crescendo as áreas onde utilizam esse recurso, logo, poderemos futuramente ser vulneráveis a tecnologia a qual o próprio ser humano está desenvolvendo. "A máquinas que pensam sozinhas vem ganhando espaço até mesmo no setor militar. Um exemplo é o robô SGR-A1, criado pela Coréia do Sul para o uso na fronteira com a Coréia do Norte. Ele possui uma metralhadora e um lança- granada, é capaz de identificar alvos até 3 km de distância e, o mais importante, tem capacidade de tomar decisões e disparar sozinho ( Embora, oficialmente tenha sido configurado para atirar após receber o OK de um humano)." (fonte. Revista Super Interessante)

Acredito que vários de vocês, tenham ficado curiosos para entender o que constitui a Inteligência Artificial. Vamos aos aspectos técnicos, a aplicação da IA em qualquer projeto é feita através do uso de algoritmos, onde, o poder de decisão pode ser automatizado em um software, ou em uma máquina. Um exemplo simples é quando um antivírus como o Avast, aprende a identificar alguns vírus, e a partir daí ele mesmo decidi excluir aquele vírus sem que um ser humano interfira, ao mesmo tempo, o software aprendeu naquele momento o comportamento das possíveis ameaças a segurança do computador. Logo, qualquer programa mesmo não sendo ameaça, caso, tenha comportamento semelhante ao de um vírus, o antivírus não permitirá sua execução.

Para possibilitar a uma máquina ou sistema, ter a capacidade de aprender a solucionar problemas sozinhas é necessário a implementação de algoritmos para devidos fins, dentre, os algoritmos utilizados na inteligência artificial temos busca heurística, algoritmos genéticos e algoritmos que envolvem rede neural. Cada um desses algoritmos foram desenvolvidos para solucionar um determinado problema computacional.

A rede neural apresenta um modelo matemático, inspirado na estrutura neural de organismos inteligentes e que adquirem conhecimento através da experiência. Uma grande rede neural artificial pode ter centenas ou milhares de unidades de processamento, por isso, as maquinas que são desenvolvidas atualmente possuem sua base desenvolvida através de rede neural. Enquanto os algoritmos genéticos (AG) são uma família de algoritmos computacionais, inspirados na teoria da evolução conteúdo de biológicas o qual conhecemos no ensino médio, mas na computação é incorporado conceitos semelhantes aos de cromossomo, seleção, reprodução e mutação para resolver principalmente problemas de otimização. Contudo podemos contar ainda com algoritmos de busca heurística onde é possível levar em conta o objetivo para decidir qual caminho escolher, logo, existe vários uma diversidade de  métodos  de busca heurística .




Continue lendo sobre os tipos de algoritmos de Inteligência Artificial :






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Google Maps - Usabilidade





    O Google Maps é um serviço online gratuito, o qual permite a visualização de mapas e imagens feita por satélite, foi lançado pela Google em 2005. Atualmente esse serviço agrega, diversas funcionalidades as quais auxiliam os seus usuários, quanto a localização de diversos endereços físicos.
   
 O modelo de dados utilizados são :


  • Link
  •  Geocodificação
  •   O nome da rua
  •   O número do imóvel
  •   A cidade e o país, sempre separando cada item por vírgula.
  •   Coordenada geográfica  do local


–Latitude
–Longitude
–Zoom
Exemplo: https://www.google.com.br/maps/@-12.2224082, -38.9563292,16z

          O serviço mais comum do Google Maps, o qual eu acredito que a maioria de vocês conhecem,  é o de localização, podemos buscar diversos locais. Quanto mais informações for dada, mais completo e específico será o resultado da sua busca, portanto, se estiver procurando por algum endereço é interessante informar:


É possível também encontrar ruas digitando apenas o número do CEP.

   

         Podemos também realizar uma buscar por serviço. Portanto esses serviços podem ser feito por proximidade de terminado ponto.



     



         É permitido três modos de visualização cada um com seus respectivos aspectos. O modo mapa permite a visualização nas cores de uma mapa comum.


           O modo terreno altera a cor e produz uma textura, para fazer uma referência ao relevo do terreno. Essa é uma visualização topográfica de um determinado local .




     O modo satélite é possível obter uma visualização mais próxima de um local.








            O  Google Maps define uma rota para você entre o ponto de partida e o destino de sua jornada. Ele informa inclusive as ruas que deve virar, o sentido que deve seguir e tudo o mais. Contudo, é possível  visualizar um trajeto melhor, diferente daquele indicado no mapa.

      O Google Maps também possui o serviço de compartilhar um mapa, ou seja, aquele ponto especifico que você se encontra poderá ser enviado a outras pessoas através das redes sociais. Contudo, também existe a possibilidade de integrar uma parte do mapa a uma página na Web.
   
       Entre tantos serviços podemos ainda contar com visualização de trânsito em tempo real, criar roteiros de viagens com Map Maker e visualizar ruas com o  Street View.





    
O Serviço Geocoding

     Processo integrado na API Javascript v3 do Google Maps que permite transformar um endereço nas respectivas coordenadas geográficas. Para utilizar e visualizar as coordenadas de um endereço, você necessita apenas colocar esse código no navegador e colocar um endereço. Esse código é bastante utilizado por desenvolvedores. Portanto, a exibição é feita em duas linguagens de programação voltadas para Web.


http://maps.googleapis.com/maps/api/geocode/xml?address=Nome do local


http://maps.googleapis.com/maps/api/geocode/json?address= Nome do local
   
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Programação Orientada a Objeto (POO) - Fundamento


Olá leitores !!


O Que Leva Ao surgimento da Programação Orientada a Objetos?


      Técnicas de programação desenvolvida entre os anos de 70 e 80, não solucionaram problemas de produtividade e qualidade, além do que a programação estruturada a qual estamos mais habituados não conseguiu suprir a demanda que ocorreram no processo desenvolvimento de software. Nos dias atuais, as alterações e expansões do sistema acontecem rapidamente, além disso, existe a necessidade de portabilidade para diversas plataformas e sistemas operacionais. Essa demanda dos sistemas nos nossos dias, torna altamente viável o uso da POO devido a possibilidade de reutilização de parte dos códigos escrito anteriormente.
     

Vantagens da POO

•       Reutilização
•        Redução da etapas de Desenvolvimento
•        Aumento da Produtividade
•        Melhoria na Qualidade do software


Fundamentos do Objeto


A proposta de orientação a objeto é representar o mais fielmente possível as situações do mundo real no  sistemas computacionais.  
 Como entendemos o mundo ? Fazendo uma analogia ao mundo real podemos entender o mundo como um espaço onde objetos interagem entre si. Portanto, o que leva um individuo entender e diferenciar os objetos são os conceitos que é adquirido durante o tempo.

Na programação orientada a objetos um programa de computador é conceituado como um conjunto de objetos que trabalham juntos para realizar uma tarefa. Cada objeto é uma parte do programa, interagindo com as outras partes de maneira específica e totalmente controlada (CADENHEAD; LEMAY,2005, p. 6).



 O que é um objeto ?


      O termo representa determinado elemento do mundo real.  Contudo, é uma entidade que  exibe características e comportamento. Um objeto é uma construção de software que encapsula estado e comportamento . Os objetos permitem que você modele seu software em termos reais de abstração. (CADENHEAD; LEMAY,2005, p. 7).


Característica
     As características de um  objeto (cor, peso, tamanho)  dizem quem ele é.
   Comportamento
       O comportamento do objeto ( correr, andar, ligar, etc...) detalha o que ele faz.
Estado

       Mostra com o objeto se encontra em um determinado momento. Exemplo: uma lâmpada está ora ligada (Estado: ligada), ora desligada( Estado : desligada).




Exemplo de objeto não real mundo:


Para interagir com o objeto cachorro utilizaremos métodos. 
    
Para alimentá-lo qual método  utilizaremos ?
R : comer 

Classe

Uma classe define os atributos e comportamentos comuns compartilhados por um tipo de objeto.  Objetos de mesma classificação compartilham os mesmos comportamentos e atributos. A  classe atua como um cortador de molde ou de biscoito, no sentido que usa uma classe é  para criar ou  instanciar objetos. (CADENHEAD; LEMAY,2005, p. 8).






Definindo classe não Java 



Fonte de Pesquisa:
    Cadenhead, Rogers; LEMAY, Laura, Aprenda em 21 dias Java 2. 4.  ed. São Paulo: Campus, 2005.
   DEITEL, Harvey H .; DEITEL, Paul J. Java: como Programar. 8. Ed. São Paulo: Pearson / Prentice-Hall, 2010.


  Vídeo aulas parágrafo entendre Mais Sobre o ASSUNTO: 
https://www.youtube.com/watch?v=l-CaVliXaA0
https://www.youtube.com/watch?v=xvxGPdL7NEY
https://www.youtube.com/watch?v=XUGBX4-Webw

https://www.youtube.com/watch?v=pQoVGEbBItM

https://www.youtube.com/watch?v=P57olc8hBcc


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Acesso à banda larga sem fio padrão 802.20







Olá leitores,

Com aumento da necessidade de comunicação, entretenimento e o acesso a informação, surge também a demanda sobre serviço de alta mobilidade que assegure ao usuário acesso constante à rede .Portanto, para que haja suporte a esse serviço tão importante no cotidiano da vida moderna, surgiram vários padrões que oferecem suporte a mobilidade, e entre os vários padrões, surgiu o padrão 802.20 conhecido por Mobile-Fi, o qual oferece mobilidade até mesmo a aplicações onde os usuários se movimentam em altas velocidades.


A conexão em rede é um fator crucial para acesso de dados e informação, surge assim a necessidade de comunicação sem perda de sinal. Contudo o
padrão propõe comunicação superior com alta velocidade, confiável, rentável incomum ao oferecido no mercado; porque é um padrão otimizado para oferecer acesso à internet através do transporte IP (Protocolo de Internet), com banda larga sem fio em um ambiente móvel, proporcionado, assim uma rede com superior desempenho (por exemplo, maior taxas de transmissão de dados, menor latência) e custos mais baixos, como em comparação com redes construídas usando padrões não são otimizados. Este artigo descreve características do protocolo as quais são responsáveis pelo desempenho da banda.


O padrão 802.20 foi desenvolvido para beneficiar a mobilidade , visando apoiar o usuário final, garantir acesso a informação e entretenimento,e além disso, também oferecer suporte de serviços de dados em alta velocidade .O grupo Mobile Broadband Wireless Access (MBWA) responsável pelo desenvolvimento do protocolo 802.20 , e  patrocinado pelo comitê IEEE 802 que define rede local e rede metropolitana. O padrão será especificado de acordo com uma arquitetura em camadas, o que é coerentes com outras especificações IEEE 802 . O âmbito de aplicação do grupo de trabalho da norma consiste na camada física (PHY), Controle da Camada de Acesso ao meio (MAC) e Link de Controle Lógico (LLC).

O padrão IEEE 802.20 é um conjunto de especificações para interface sem fio, desenhado para ser utilizado na internet, portanto, utilizam-se controles de camada “(PHY) e (MAC)” para assegurar interoperabilidade dos sistemas em um ambiente de mobilidade. A camada  física (PHY) é a responsável por modificações que ocorrem em uma sequência de bits ao transferir dados de um ponto a outro.Enquanto que a camada MAC é o conjunto de mecanismos, que utilizam protocolos para que vários dispositivos compartilhem um meio comunicador comum. A camada LLC especifica estratégias para endereçamento e conexão das estações conectadas ao meio, controla a troca de dados entre os usuários da rede e também é designada a controla os erros. O padrão é otimizado para desenvolver uma interface que é baseada em pacotes, que são otimizadas para o transporte IP baseado em serviços que possa permitir uma rápida implementação, custo-benefício.


  • A norma propõe benefícios como :
  • IP roaming e handover 1mb/s
  • MAC e PHY para interoperabilidade de
  • dispositivos móveis
  • Opera em banda licenciadas abaixo(3,5 GHZ)
  • Utiliza arquitetura de pacotes
  • Baixa latência


Portanto a norma ao oferecer esses benefícios, citados acima oferecerá alta mobilidade aos usuários de redes sem fio que necessita de banda larga. Logo, assim o padrão irá ser diferenciado, porque nenhuma outra norma apóia, ou completa a mobilidade veicular de acesso a taxas altas de dados.


Referências 

[1] 1.A. Greenspan, M. Klerer, J. Tomcik, R. Canchi, and J.Wilson, “IEEE 802.20: mobile broadband wireless access for
the twenty-first Century”, IEEE Communications Magazine, Jul. 2008.

[2] W. Bolton, Y. Xiao, and M. Guizani, "IEEE 802.20: mobile broadband wireless access,"IEEE Wireless Communications,
vol. 14, issue 2, Feb. 2007, pp. 84-95 .

[3] A. Jalili, R. Yousefi, and S. M. Fakhraie, “Effects of different mobile channel conditions on IEEE 802.20,” Int. Conf. Computer
Engineering and Technology 2009 (ICCET 2009), Jan.2009, to be published.

[4] B.Bokmaz,Z."internet protocol version 6 as backbone of heterogenuos networks".prox.IWSSIP 2005,

[5] EEE802.20 W.G,requirements topic and proposals as discussed at session 4 of 802.20.

[6] B. M. Bakmaz, Z. S. Bojkovic, D. A. Milovanovic, and M. R. Bakmaz, “Mobile broadband networking based on IEEE 802.20 standard”, Int. Conf. Telecommunications in Modern Satellite, Cable and Broadcasting Services, Sep. 2007.

[7] IEEE 802.20 "initid contribuition on a system meeting WBMA caracteristic ",c8000220.03 16,march 2003.

[8] A. Jalili, S. M. Fakhraie, and S. Nader-Esfahani, “Performance Evaluation of IEEE 802.20 PHY Layer,” (ICCET2009), Jan. 2009.

[9] H.Jia Z.Zhang.Gyu.P Cheng and S.Lion on the performance of IEEE 802.16 OFDMA system under different frequency reuse subcarrier permutation parterns, in prox.of IEEE ICC’2007,Glasgow Cottand, June 2007.

[10] H. Luo, Z. Zhang, H. Jia, G. Yu, and S. Li, “Performance comparison of IEEE 802.16e and IEEE 802.20 systems under different frequency reuse schemes,” IEEE VTC 2008-Fall, pp. 1 - 5, Sept. 2008.

[11] BATARIERE M D ET AL: "Low-complexity technique to increase capacity of mobile broadband systems"VEHICULAR TECHNOLOGY CONFERENCE, 2004. VTC 2004-SPRING. 2004 IEEE 59TH MILAN, ITALY 17-19 MAY 2004, PISCATAWAY,NJ, USA,IEEE, US, vol. 4, 17 May 2004 (2004-05-17), pages1939-1943, XP010766500 ISBN: 0-7803-8255-2

[12] J.Bingham,"Multicarrier Modulation for data transmition : and ideia whose time has come , IEEE Comuication Magazine,
vol 28, May 199,PP5-14


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Amanda Batista, 21 anos, Baiana, cristã, cheia de personalidade, estudante de logística, ama viajar, apaixonada por fotografia, artesanato, frio, café, filmes, boa música, casamentos. Cristo é o Senhor da vida dela e é por Ele e para Ele que ela vive.



Diana Luz, 24 anos, Baiana, Professora, Bacharela em Análise de Sistemas, Filha do rei e de passagem por esse mundo. Apaixonada por música e aprender inglês, gosta de ir ao cinema, adora uma boa leitura e recentemente descobriu que é fascinada por teologia. Ama viajar porque adora conhecer lugares novos e sempre se encanta ao olhar o mar.



Natiely Silva, 27 anos, Baiana, Bacharela em Biomedicina, Mestre em microbiologia, Doutoranda, Cristã, Atualmente morando em São Paulo. Apaixonada por música, canta em um coral jovem na igreja em que congrega, gosta de parques e apreciar exposição em bons museus e ir a teatro e musicais, sonha em um dia quem sabe fazer uma viagem missionária.


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